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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Resenha: A visita, livro de Flávio Saudade*



Recebi o livro da loja Lapa Rio Capoeira para fazer uma resenha para vocês. Só que, mais do que vontade de contar sobre o livro, fiquei com vontade de conhecer o autor da obra.

Primeiro para dizer que o livro é sensacional, daqueles que causam uma grande reflexão e segundo porque eu precisava de uma entrevista. Não poderia deixar passar a oportunidade de conhecer um pouco mais o escritor, o mestre e o ativista social, que largou uma vida no Brasil e foi trabalhar em uma zona de conflito como o Haiti. Então, cheia de expectativas, procurei pelo Saudade* e já temos uma entrevista em andamento. 


*Não se espantem por não estar ali, na frente do nome, o título de Mestre. Na verdade, o próprio Saudade me pediu para ser chamado assim “Deixemos essa coisa de Mestre para os grandes ”, me disse. 









Resenha:


A visita é um livro lindo e tocante e se você espera um relato capoeirístico, vai se surpreender com a delicadeza do relato humano. A visita não é uma aventura de um capoeirista, não é um livro cheio de fundamentos e histórias de rodas e personalidades importantes da capoeira. A visita é um livro que trata fundamentalmente do que os olhos não podem ver sem que a alma esteja disposta a perceber. 

Através de uma narrativa fácil e dividida em fatias (vai ter que ler para entender) o autor introduz uma personagem que vai nos ajudar a compreender a realidade vivida em Porto Príncipe, no Haiti.

Entre as experiências reais contadas pelo autor está o Terremoto de 2010 "O terremoto aconteceu no dia 12. Segundo a minha mãe, segundo, porque não recordo de ter dito isso, eu havia dito a ela que precisava voltar para o Haiti, pois iria acontecer uma coisa importante. Na verdade, as minhas férias no Brasil terminariam no dia 15. Mas, não sei porque cargas d’agua solicitei a agência para mudar para o dia 09. Acho que são essas coisas que passam em nossa vida e que não podemos explicar.", disse. E apesar do livro contar essa passagem, Saudade explica que não há como expressar exatamente o que o povo Haitiano viveu " O livro não relata nem de perto o horror que foi o terremoto, todo sofrimento daquele povo já tão sofrido. Menos ainda a força, a coragem e a beleza que aquela gente carrega.", comentou.

Saudade explica que a inspiração veio durante uma caminhada no Haiti, "Eu tinha acabado de discutir com a minha ex namorada e decidi sair para tomar uma cerveja para espairecer as ideias. Enquanto eu caminhava notei que as ruas estavam totalmente desertas. Na verdade, a falta de energia é um dos grandes problemas do Haiti. (..) Ainda assim, as pessoas dão um jeito, sobretudo a noite. É normal ver velas acesas, candeeiros, iluminando casas, banquinhas de comida, venda de roupas, jovens estudando sob a luz de um único poste, sentado na calçada.", contou.

A Visita faz referências ao famoso clássico de Saint- Exupéry, O Pequeno Príncipe, o que me fez morrer ainda mais de amores pela pequena visitante. O autor conta ter sentido, em meio a suas inquietações, que alguém o acompanhava, " Senti a presença de uma criança ao meu lado. Foi um sentimento mesmo. E rapidamente aquele medo se dissipou e a história do livro chegou na minha cabeça: o Pequeno Príncipe visitou o Haiti!", finalizou.

O livro demorou duas semanas para ser escrito e tinha mais referências ao clássico, mas por motivos legais a obra precisou ser alterada. Mas para quem conhece o famosos principezinho de outro planeta, que viajava de carona em meteoros e tinha como única companheira uma rosa, as referências estão explícitas e proporcionam um calorzinho no coração.

Bem, se eu disser mais do que isso estragarei a leitura. 


Sobre o autor:


Flávio Saudade, nasceu em 1977 na cidade de São Gonçalo, Rio de Janeiro. Ativista social, artista plástico, mestre em capoeira teve o seu primeiro contato com o terceiro setor em 1998. Em 2005, iniciou a criação do projeto Gingando pela Paz, iniciativa que utiliza a capoeira para a promoção da cultura de paz em áreas de conflito. No ano de 2008, foi convidado pela Ong Viva Rio para implementar o projeto em Porto Príncipe, Haiti, onde está baseado até hoje. 

Iniciou na literatura após ser inspirado pelo filme Sociedade dos Poetas Mortos. É coautor da publicação “como vencer a pobreza e a desigualdade”, resultado do concurso de redação para universitários realizado pela Folha Dirigida e Academia Brasileira de Letras do Brasil e vencedor do concurso de poesias em homenagem ao centenário de Machado de Assis realizado pela Faculdade CCAA.

Em 2013 recebeu em Paris o prêmio Esporte e Cultura durante o EDUCASPORT MONDE, considerado pelo jornal Le Nouvellisteo fórum mundial do esporte pelas ações do Gingando pela Paz no Haiti. Hoje através do convite da Embaixada do Brasil compõe a equipe de gestão do programa “Capoeira pour la Paix” na República Democrática do Congo, que objetiva utilizar a capoeira no processo de reinserção de crianças utilizadas por forças e grupos armados naquele país.

O livro custa R$ 35 na Loja Lapa Rio Capoeira, entre em contato para reservar o seu. 

Para quem está fora do país, o site da Chiado Editora vende o livro por 12 Euros


Ficha:

A visita
Flávio Saudade
Páginas: 96
Editora: Chiado Editora
ISBN: 9789895140701
Coleção: Viagens na Ficção


terça-feira, 19 de maio de 2015

Cativeiro Carioca é lançado no Rio



O historiador e capoeirista, Gabriel Siqueira lançou no último dia 13 de maio o livro Cativeiro Carioca. Aos 26 anos, Tucano Afro, como é conhecido nas rodas de capoeira, traz em sua obra mais do que uma pesquisa relativa ao pós abolição, mas uma reflexão sobre o passado e suas implicações no presente.
O lançamento ocorreu na capela ecumênica da UERJ, com a presença de vários mestres e, como era de se esperar, uma boa roda de capoeira.
Conversamos com o autor para saber um pouco mais sobre esse trabalho e o resultado você confere agora.

Você lançou no último dia 13 o livro "Cativeiro Carioca - Memórias da Perseguição aos capoeiras nas ruas do Rio de Janeiro". Imagino que a data não tenha sido coincidência, né?

A data foi proposital, não só por conta dos 127 anos da Abolição, mas por nas religiões afro-brasileiras dia de Preto Velho. Além destes motivos simbólicos, é também uma proposta de rediscutirmos a data da extinção da escravidão no país. Deste modo, desmistificar a importância da Princesa Isabel, construindo uma narrativa que evidencie o papel histórico dos negros escravos ou não na resistência e luta pela liberdade.  Por fim, neste contexto, lançar um livro que é também um ensaio sobre a capoeira como luta popular brasileira ontem e hoje, fatos e histórias importantes na construção de uma identidade brasileira e carioca. O livro também visa contribuir na construção do “lado negro” da história do Rio de Janeiro 450 anos

Vamos começar do início, qual a sua relação com a Capoeira e a cultura negra de um modo geral?

Minha história pessoal assim como a da capoeira se misturam com a história do país, ao passo que somos o segundo maior país em presença de negros no mundo, perdendo apenas para a Nigéria.  Ou seja, todos nós brasileiros somos sangue daqueles negros supliciados, conforme disse o professor Darcy Ribeiro. A minha história neste livro começa com meu avô Octávio Gomes nascido em 1889, após abolição, porém filho da negra quituteira Maria Cândida com um português comerciante. A minha relação com a capoeira também se inicia aos 8 anos de idade, aprendi a ler e escrever e jogar capoeira, três coisas sem as quais eu nada seria. Na escola onde estudei comecei capoeira sem jeito nenhum, desengonçado, mas muito feliz com a Mestre Sheila Capoeira no Grupo Capoeira Brasil. Como todo brasileiro, algumas dificuldades não me permitiram treinar, porém nunca me afastei totalmente. A mestre Sheila fundou sua companhia cultural de capoeira, mas pelos diversos compromissos(A mestre é também professora da Rede Pública) fez com que ela não pudesse prosseguir com aulas de capoeira para adultos, e por isso, atualmente, treino com a Contramestre Cris no grupo Senzala. Por fim, a relação com a capoeira e com a cultura popular negra são parte da minha totalidade, da minha identidade. Ou seja, a capoeira e a cultura popular constroem minha identidade social, política, racial, política, espiritual.     

Qual sua formação acadêmica?

Sou formado em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), nesta mesma instituição faço mestrado no Programa de Políticas Públicas e Formação Humana (PPFH). Sou pesquisador do Núcleo de Estudo das Américas (NECLEAS), onde realizei a maior parte das pesquisas que constroem este livro.


O Mestre Toni Vargas escreveu a contracapa do livro. Por que o escolheu?

Considero o Mestre Toni Vargas o maior capoeirista do século XXI, mesmo tendo sido formado corda vermelha do grupo Senzala há exatos 30 anos, o Mestre Toni é um capoeirista de novo tipo, um mandingueiro do terceiro milênio. Tenho imenso orgulho do fato do Mestre ter aceitado meu convite e escrito uma contracapa que significou uma benção do mestre para minha obra.
Seu axé, suas músicas, seus embalo estão presentes neste novo milênio com a força ancestral, mas produzindo e pensando a capoeira do amanhã. Muitas das suas músicas e poesias embalaram minha reflexão sobre os temas da capoeira quando eu ainda nem era historiador. O mestre foi convidado para escrever a contracapa do meu livro para que eu pudesse mostrar que minha formação não é puramente acadêmica, isto é, sou fruto de uma formação acadêmica e popular, da malandragem e da erudição, a universidade e da rua. Neste sentido, escolhi convidar duas referências intelectuais que tenho na academia que são as professoras Maria Teresa Toríbio (Titular de história da América da UERJ) que escreveu o prefácio da obra e participante na orelha do livro a professora Renata Moraes (Professora de Brasil - Adjunta do Departamento de História da UERJ); mais duas referências da capoeira que são a Mestre Sheila Capoeira na apresentação e o Mestre Toni Vargas que fez a linda contracapa.   

O que o capoeirista pode esperar do livro?

O livro é uma contribuição com a capoeira. Costumo dizer que é uma pequena contribuição com nossa cultura e arte secular, porém os mestres me alertaram do seguinte: A capoeira sempre foi feita de pequenas contribuições que, para a capoeira, são apenas contribuições, nem grandes, nem pequenas. Acredito que o livro foi feito para que pudéssemos refletir sobre um momento crucial para a história da capoeira, aquele entre 1888 e 1930 que significou a quase destruição da capoeira carioca e consequentemente do país todo. Alguém já imaginou o Brasil sem a capoeira? Pois é, o livro mostra que isso quase aconteceu, aliás, o Estado brasileiro desde o Império e mais ainda na República decidiu que tinha que destruir a capoeira, já que ela dava um enorme poder aos negros escravizados e os egressos do cativeiro, ou seja, o poder de lutar pela sua própria existência e destino. São analisados processos crimes de capoeiristas do período, assim como leis, artigos de juristas, delegados e políticos da época que se preocupavam o chamado “perigo interno” que eram os 2/3 da população carioca de negros e pardos egressos do cativeiro e seus descendentes. A república começa com um Código Penal (1890), e só realiza uma Constituinte (1891) no ano seguinte. Esta é a outra parte da história da cidade do Rio de Janeiro que se transformou em um grande cativeiro onde negros e mulatos, principalmente capoeiristas, eram vigiados, cercados, presos e oprimidos. A polícia fundada por D. João VI cumpriu e cumpre seu papel histórico de feitoria estatal e tornou a cidade um enorme cativeiro para escravos e libertos negros e/ou pobres mesmo após abolição.
A capoeira não é uma parte particular da cultura popular brasileira, é uma tradição rebelde que também foi criminalizada, assim como as culturas de terreiro. 

Para adquirir o livro é preciso entrar em contato com o autor:

Email: gabrielsiqueira19@hotmail.com
Facebook: http://www.facebook.com/gabrielsiqueira19

Fotos: Arquivo pessoal

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Novo livro do Mestre Toni Vargas





O lançamento do novo livro está previsto para o próximo ano e traz poesias que traduzem bem o universo da Capoeira. Enquanto ainda não há data para a chegada do livro a gente fica com um trecho do livro, liberado recentemente pela esposa do Mestre nas redes sociais.





"Faz tempo

Êta sisteminha filho-da-puta...
Faz tempo que eu tô na luta...
Toda hora, todo dia!
Faz tempo que eu não queria...
E continuo não querendo...
Vou lutando, vou vivendo...
Construindo meu espaço.
E quase tudo que eu faço,
Tem luta, suor e dor...
Melhor a dor que o tédio...
Melhor a dor que o nada...
A dor é faca afiada...
Que desperta o meu instinto.
Mas pelo menos eu sinto...
Grito, choro, negocio...
Eu mudo o rumo, desvio...
Às vezes morro de medo...
Durmo tarde, acordo cedo...
Prá tomar conta da vida....
Perco alguns versos na ida;
colho poemas na volta.
Às vezes celebridade...
Às vezes ninguém me nota...
Mas dificilmente eu falto.
Não posso dar esse mole!
Senão o sistema engole...
Meus sonhos, minha esperança...
Senão minha alma cansa...
E alma cansada é problema...
Diminui fica pequena.
Perde a luz e a alegria!
O sistema se sacia.
Banaliza a minha dor...
Me coloca a seu dispor...
Faz de mim coisa nenhuma!
Meu verso é que me arruma...
E corta que nem navalha...
Na mão de um bom capoeira.
Não tô aqui de bobeira...
Não vim aqui por acaso...
“meu caminho eu mesmo faço”!
Com coragem e rebeldia...


Toni vargas

"...É interessante perceber que eu encerro o poema falando de coragem e rebeldia ,entretanto gostaria de chamar atenção para o fato de que estou falando de uma forma capoeiristica.
É que a capoeira me ensinou a relativizar as coisas
“é se respeitar o medo e dosar bem a coragem’.bem nesse caso o medo, ou poder ter medo, é um jeito inteligente de ser corajoso.e quanto a rebeldia, ela não deve ser á toa , uma rebeldia adolescente, só prá ser do contra, falo aqui de uma rebeldia a serviço da transformação, anunciadora da desconstrução, uma rebeldia lúdica e dialógica, estruturada e com objetivos claros, ou senão tão claros pelos menos verdadeiros, porque frutos da sua vivência, do seu “saber” e do seu não saber, da sua busca.... "

Toni Vargas

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Mestre Alexandre Batata e a sua "Floresta Encantada da Capoeira"

Há alguns anos escuto o Mestre Alexandre Batata contar sobre seu livro. Parece um pai orgulhoso falando dos feitos do filho. Mas é mesmo para ficar orgulhoso, apesar de não ter tido o livro em mãos ainda (ele ainda não foi lançado), tenho certeza de que se trata de um conteúdo mágico, como o próprio nome sugere.
Entre as curiosidades que cercam o livro, está a quantidade de vezes que ele precisou ser reescrito, pois o Mestre teve problemas com o armazenamento do arquivo. Superada a questão tecnológica, fica a expectativa para o lançamento.

Mas o que poderia ser apenas um livro do gênero fantasia como "Percy Jackson", 'Senhor dos anéis",  ou "Harry Potter", vai muito além disso. Com um conteúdo lúdico, apresenta o universo da Capoeira ao público infantil.
O livro "A Floresta Encantada da Capoeira" é baseado na metodologia de ensino desenvolvida pelo próprio autor, que aborda temas como a reciclagem e a preservação ambiental e apresenta músicas originais, que já vêm sendo cantadas nas rodas de capoeira pelo mundo. Para o público adulto se torna uma cartilha, que  possibilita a utilização da técnica por outros professores.

O Mestre conta um pouco dessa aplicação nas aulas, " A relação das crianças com o mundo animal é muito contagiante, próximo ao mundo da fantasia. Através dessa proximidade, utilizamos os movimentos dos animais como inspiração aos golpes de capoeira (origem da maior parte das lutas) e como exercício do imaginário.Tudo isso dentro de uma história cujo enredo é um passeio à Floresta Encantada da Capoeira.", explica.

Mestre Alexandre Batata aperfeiçoou a metodologia em Portugal, onde vive há mais de 12 anos, mas tudo começou em 1980 quando ele começou a dar aulas em colégios de Niterói/RJ. 
No vídeo a seguir vocês podem acompanhar alguns trechos dessa metodologia. 







O Livro


Quatro amigos encontram um pergaminho contando a lenda do Berimbau Encantado. Ao tentar entrar na Floresta Encantada da Capoeira encontram o Mestre Feiticeiro. Ele explica que as crianças não poderão entrar na floresta, pois os animais proibiram a entrada de seres humanos, para que não destruíssem mais a mata. Então, para que eles pudessem entrar na floresta são transformados em bichos. Porém, não conseguem enganar os seres mutantes que ainda viviam lá. Eram outros feiticeiros, o Zé Bambocaco, o Homem Gelo, o Homem Vassoura e a alegre Mulher Barbada. Muitas aventuras acontecem nesse reino até que eles cheguem nas Muralhas do Macaco Rei, onde se encontra o Berimbau encantado.


Lançamento ainda não tem data prevista

Apesar de não ter data para chegar ao mercado, o livro já vem causando grande expectativa e promete ser um sucesso entre o público. Assim que a data de lançamento for confirmada e a capa divulgada, faremos uma matéria especial aqui para contar tudinho e disponibilizar os canais para a compra.
Por enquanto, quem quiser entrar em contato com o Mestre para reservar seu exemplar, contratar para shows, workshops e eventos, pode fazer isso pelo  facebook, ou pode deixar mensagem aqui no Blog que a gente passa o recado.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

1º Audiolivro de Capoeira tem seu lançamento em São Paulo




O audiolivro "Capoeira, um universo de inspiração" é uma coletânea de textos do Mestre Adelmo, com narração de Grã Mestre Pinatti. Os 21 textos que compõem o livro são de cunho poético-filosófico e traduzem o sentimento do capoeirista.
Durante 20 anos Mestre Adelmo amadureceu a ideia de publicar os textos, até que em 2010 lançou a primeira edição na Inglaterra, sendo todo ele em inglês. No Brasil a primeira edição veio em 2011 e o sucesso foi tanto que toda a tiragem se esgotou em um ano.
A versão audiolivro terá seu lançamento no dia 18 de Janeiro na cidade de São Paulo, com direito a noite de autógrafos, bate papo e é claro, roda de Capoeira. A data marca também os 35 anos de Capoeira do Mestre Adelmo e a despedida para a Europa da Professora Bia.

Programação:

18hs - Recepção dos convidados
19hs - Bate papo e noite de autógrafos
20:30 - Roda de encerramento

Local: Academia São Bento Pequeno.
Rua Vergueiro, 2684. Sala 3. Vila Mariana, São Paulo/SP.

Para comprar o audiolivro do Mestre Adelmo, com a narração do Grã Mestre Pinatti, entre em contato pelo e-mail adelmoorigens@gmail.com
Disponível para todo o Brasil e exterior.










quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Indicação de livros

Por causa da minha monografia eu tenho lido muito sobre Capoeira e hoje eu vou indicar 2 livros que li e que valem muito a pena.
O vídeo é bem rapidinho e já peço desculpas pela qualidade, mas prometo que os próximos serão melhores.



Quero aproveitar para agradecer ambos os autores que me presentearam com os livros do vídeo, ambos estão sendo indispensáveis para o meu trabalho.
Em breve falarei pra vocês sobre os outros livros e artigos que eu tenho lido.
Espero que tenham gostado dessa nova experiência aqui no Blog. Até a próxima!

Livros do vídeo:





Capoeira - Arte e Luta Brasileira
Autor: Mestre Mestrinho




  

   

Culturas Circulares - A formação da Capoeira Contemporânea no Rio de Janeiro
Autor: Antônio Liberac

Você pode gostar